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	<title>Host Unreachable =)</title>
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		<title>Host Unreachable =)</title>
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		<title>Servidor NFS no OpenBSD</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 01:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>facina</dc:creator>
				<category><![CDATA[OpenBSD]]></category>

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		<description><![CDATA[NFS, Network File System, é usado para compartilhar o sistema de arquivos através da rede. Esse artigo seguirá os passos para uma configuração simples do NFS. Esse exemplo detalha um servidor na rede LAN, com os clientes acessando o NFS. Não falarei sobre a segurança no NFS pressumindo que você já tenha instalado o packet [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=16&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;">NFS, Network File System, é usado para compartilhar o sistema de arquivos através da rede.<br />
Esse artigo seguirá os passos para uma configuração simples do NFS. Esse exemplo detalha um servidor na rede LAN, com os clientes acessando o NFS. Não falarei sobre a segurança no NFS pressumindo que você já tenha instalado o packet filter ou outra proteção de firewall, prevenindo assim acessos de fora da rede. Se você precisar liberar o NFS para fora da rede, sugiro que utilize algum método de acesso via VPN. De outra maneira, pessoas poderão capturar o seu tráfego NFS. Alguém também, poderia forjar o endereço IP que está autorizado a acessar o servidor NFS.</span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"><strong>Configurando um servidor NFS</strong></span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"> Esses serviços devem estar ativados e rodando no servidor:</span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"><strong>- portmap<br />
- mountd<br />
- nfsd</strong></span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"> Por padrão cada um deles está desativado no OpenBSD. Adicione as seguintes linhas em /etc/rc.conf.local para habilitá-los.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><strong>portmap=YES</strong></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><strong>nfs_server=YES</strong></span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;">O próximo passo é colocar a lista de  arquivos que serão disponibilizados para a montagem pelos clientes.</span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"> Nesse exemplo, temos um servidor com o endereço IP 10.0.0.1. Esse servidor NFS compartilha apenas para os clientes que estão na mesma subrede. Tudo isso é configurado no arquivo /etc/exports. Nesse arquivo você coloca as pastas que deseja tornar acessíveis via NFS e define quem pode acessá-las. Há muitas opções que podem ser usadas em /etc/exports; Para o nosso exemplo de servidor, o arquivo de configuração do /etc/exports se paresse com esse:</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><strong>## NFS exports Database<br />
# See exports(5) for more information.  Be very careful, misconfiguration<br />
# of this file can result in your filesystems being readable by the world.<br />
/work -alldirs -ro -network=10.0.0 -mask=255.255.255.0</strong></span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"> Isso significa que a pasta /work foi disponibilizada via NFS. A opção &#8211;alldirs, especifica que os clientes serão capazes de montar em qualquer ponto dentro de /work, bem como o próprio /work. Por exemplo, se dentro de /work tiver um diretório chamado /work/monday, os clientes poderiam montar /work ( e ter acesso a todos os arquivos e subdiretórios ), ou eles poderiam montar /work/monday e ter acesso apenas aos arquivos e diretórios contidos nele. A opção -ro especifica que será concedido aos clientes apenas acesso de leitura. Os dois útimos argumentos especifica que apenas os clientes que estão na rede 10.0.0.0 e usando a máscara 255.255.255.0 serão autorizados a montar pasta. Isso é importante para servidores que são acessados por diferentes redes.</span></p>
<p style="font-family:Arial;"><span style="font-size:xx-small;"> Agora você pode iniciar o serviço ou reiniciar ( após habilitá-los com as opões acima ) ou executá-los manualmente.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"># <strong>/usr/sbin/portmap</strong><br />
# <strong>echo -n &gt;/var/db/mountdtab</strong><br />
# <strong>/sbin/mountd</strong># <strong>/sbin/nfsd -tun 4</strong></span></p>
<p>Os argumentos passados para o nfsd para habilitá-lo com conexões TCP ( -t ) e UDP ( -u ) e habilitá-locom 4 instancias ( -n ).<br />
Você deve setar apropriadamente o número de instâncias do NFS, para lidar com o número máximo de clientes.</p>
<p>Agora está pronto para montar o sistema de arquivos a partir dos clientes.</p>
<p>Lembre-se: Se você fizer alterações em /etc/exportfs enquanto o NFS estiver rodando, será precisoreiniciar o serviço.<br />
Para isso basta um sinal de HUP e as alterações entrarão em vigor.</p>
<p># <strong>kill -HUP `cat /var/run/mountd.pid`</strong></p>
<p><strong>Montando o sistema de arquivos NFS</strong>O sitema de arquivos NFS pode ser montando nos clientes, sem a necessidade de qualquer<br />
serviço ou daemon. O NFS pode ser montado como qualquer outro sistema de arquivos.</p>
<p>O NFS deve ser montando com o comando mount, ou mais especificamente com o comando mount_nfs.<br />
Para montar o sistema de arquivos /work no computador 10.0.0.1 e na pasta /mnt, segueo exemplo abaixo:<br />
( note que você não precisa utilizar o endereço ip, se estiver utilizando um resolverde nomes, named ou bind, por exemplo ).</p>
<p># <strong>mount -t nfs 10.0.0.1:/work /mnt</strong></p>
<p>Para que o NFS seja montando no boot, adicione a seguinte linha no /etc/fstab.</p>
<p><strong>10.0.0.1:/work /mnt nfs rw 0 0</strong></p>
<p>É importantíssimo que você use 0 0 no final dessa linha, para que o sistema não tente usar o fsck na inicialização. Outra opção de segurança,<br />
tal como o noexec, nodev e nosuid também devem ser usadas se for preciso.</p>
<p><strong>10.0.0.1:/work /mnt nfs rw,nodev,nosuid 0 0</strong></p>
<p>Dessa forma, nenhum dispositivo ou programa com setuid bit no servidor NFS possa subverter as medidas de seguranças nos clientes NFS.<br />
Se você não for executar programas nos clientes NFS, pode-se adicionar a opção noexec.</p>
<p>Quando acessar um ponto de montagem NFS com o usuário root, o servidor automaticamente mapeiará o root para o usuário nobody e<br />
para o grupo nobody. Isso é importante saber quando seleva em conta as permissões de arquivos. Por exemplo, ter um arquivo com<br />
essas permissões:</p>
<p><strong>-rw&#8212;&#8212;-    1 root     wheel           0 Dec 31 03:00 _daily.B20143</strong></p>
<p>Se esse arquivo foi compartilhado com o NFS e o usuário root tentar acessar esse arquivo a partirde um cliente NFS, o acesso será negado.<br />
Isso ocorre por que o servidor usa as credenciais dousuário &#8220;nobody&#8221; quando o usuário root tenta acessar o arquivo. Uma vez que o usuário<br />
&#8220;nobody&#8221; nãotem permissão de acessar o arquivo, o acesso é negado.</p>
<p><strong>Checando o status do NFS</strong></p>
<p>Afim de verificar se o NFS está funcionando corretamente e que todos os daemon estejam registrados em RCP. Para fazer isso, use o rpcinfo.</p>
<p><strong>rpcinfo -p 10.0.0.1<br />
</strong>program vers proto   port<br />
100000    2   tcp    111  portmapper<br />
100000    2   udp    111  portmapper<br />
100005    1   udp    633  mountd<br />
100005    3   udp    633  mountd<br />
100005    1   tcp    916  mountd<br />
100005    3   tcp    916  mountd<br />
100003    2   udp   2049  nfs<br />
100003    3   udp   2049  nfs<br />
100003    2   tcp   2049  nfs<br />
100003    3   tcp   2049  nfs</p>
<p>Em condições normais de uso, existem outros utilitários que permitem ver o que está acontecendocom o NFS. Um deles é o showmount,<br />
que permite visualizar o que está montando atualmente e quem está montando o NFS. Há também o <strong>nfsstat</strong> que mostra mais detalhes e<br />
estatísticas. Parautilizar o showmount tente /usr/bin/showmount -a host. Por exemplo:<br />
<span style="font-size:xx-small;"><strong>$ </strong><strong>/usr/bin/showmount -a 10.0.0.1</strong></span><br />
<span style="font-size:xx-small;"><strong>All mount points on 10.0.0.1:<br />
10.0.0.37:/work</p>
<p></strong></span><span style="font-size:xx-small;">A saída mostra que o cliente 10.0.0.37 tem montando o /work que foi exportado a partir do servidor10.0.0.1.</span></p>
<p>André Facina</p>
<p>*Tradução parcial da documentação Oficial do OpenBSD.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/facina.wordpress.com/16/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/facina.wordpress.com/16/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/facina.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/facina.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/facina.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/facina.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/facina.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/facina.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/facina.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/facina.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=16&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Netbug</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Adicionando e apagando usuários no OpenBSD</title>
		<link>http://facina.wordpress.com/2008/06/29/adicionando-e-apagando-usuarios-no-openbsd/</link>
		<comments>http://facina.wordpress.com/2008/06/29/adicionando-e-apagando-usuarios-no-openbsd/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 18:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>facina</dc:creator>
				<category><![CDATA[OpenBSD]]></category>

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		<description><![CDATA[O OpenBSD fornece dois comandos para facilmente adicionar usuários no sistema. Os comandos são: - adduser - user Além disso, você pode adicionar usuários manualmente com o comando vipw, mas isso é mais difícil para a maioria das operações. A maneira fácil de adicionar usuários no OpenBSD é usando o script adduser. Você pode configurar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=14&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O OpenBSD fornece dois comandos para facilmente adicionar usuários no sistema. Os comandos são:</p>
<p><strong>- adduser<br />
- user</strong></p>
<p>Além disso, você pode adicionar usuários manualmente com o comando vipw, mas isso é mais difícil para a maioria das operações.</p>
<p>A maneira fácil de adicionar usuários no OpenBSD é usando o script adduser. Você pode configurar o adduser editando o arquivo /etc/adduser.conf. O comando adduser permite verificar a consistência dos arquivos /etc/passwd e /etc/group.<br />
Aqui no exemplo, o usuário testuser será adicionado no sistema.<br />
Para o usuário testuser será dado o diretório $HOME (/home/testuser), fará parte do grupo guest e vai ter o Korn Shell como shell padrão (/bin/ksh).</p>
<p><strong># adduser<br />
Use option &#8220;-silent&#8221; if you don&#8217;t want to see all warnings and questions.Reading /etc/shells<br />
Reading /etc/login.conf<br />
Check /etc/master.passwd<br />
Check /etc/groupOk, let&#8217;s go.<br />
Don&#8217;t worry about mistakes. I will give you the chance later to correct any input.<br />
Enter username []: testuser<br />
Enter full name []: Test  User<br />
Enter shell csh ksh nologin sh [sh]: ksh<br />
Uid [1002]: Enter<br />
Login group testuser [testuser]: guest<br />
Login group is &#8220;guest&#8221;. Invite testuser into other groups: guest no<br />
[no]: no<br />
Login class auth-defaults auth-ftp-defaults daemon default staff<br />
[default]: Enter<br />
Enter password []: Type password, then Enter<br />
Enter password again []: Type password, then Enter</p>
<p>Name:        testuser<br />
Password:    ****<br />
Fullname:    Test FAQ User<br />
Uid:         1002<br />
Gid:         31 (guest)<br />
Groups:      guest<br />
Login Class: default<br />
HOME:        /home/testuser<br />
Shell:       /bin/ksh<br />
OK? (y/n) [y]: y<br />
Added user &#8220;testuser&#8221;<br />
Copy files from /etc/skel to /home/testuser<br />
Add another user? (y/n) [y]: n<br />
Goodbye!</p>
<p></strong></p>
<p>Para deletar usuários do sistema, você deve usar o utilitário <strong>rmuser</strong>. Ele removerá tudo do usuário. Ele removerá qualquer entrada no crontab,<br />
o diretório $HOME ( se o $HOME for de propriedade do usuário ) e os seus e-mails. Claro, além disso ele removerá as suas entradas em /etc/passwd e     /etc/group. A seguir um exemplo, vamos remover o usuário que foi adicionado no exemplo acima.Você  será questionado sobre o nome do usuário e se é para remover o diretório HOME do mesmo.</p>
<p><strong># rmuser</strong></p>
<p><strong><br />
Enter login name for user to remove: testuser<br />
Matching password entry:testuser:$2a$07$ZWnBOsbqMJ.ducQBfsTKUe3PL97Ve1AHWJ0A4uLamniLNXLeYrEie:1002<br />
:31::0:0:Test FAQ User:/home/testuser:/bin/kshIs this the entry you wish to remove? y<br />
Remove user&#8217;s home directory (/home/testuser)? y<br />
Updating password file, updating databases, done.<br />
Updating group file: done.<br />
Removing user&#8217;s home directory (/home/testuser): done.</p>
<p></strong></p>
<p><strong>Adicionando usuários com o comando user</strong></p>
<p>Essas ferramentas são menos interativas do que o comando adduser, tornado-as mais fácil de se usar em shell scripts.</p>
<p>O conjunto completo das ferramentas é:</p>
<p><strong>group<br />
groupadd<br />
groupdel<br />
groupinfo<br />
groupmod<br />
user<br />
useradd<br />
userdel<br />
userinfo<br />
usermod</strong></p>
<p><strong>Adicionando usuários:</strong><br />
Essencialmente o comando user não é interativo, a maneira mais fácil e eficiente de adicionar usuários é usar o comando adduser. O atual comando /usr/sbin/user é apenas um frontend para o resto dos comandos /usr/sbin/user*. Portando, os seguintes comandos,  user add ou useradd, podem ser usados para adicionar usuários, a escolha é sua, e o uso dos comandos será o mesmo.</p>
<p>Nesse exemplo nós adicionamos o mesmo usuário que especificamos no exemplo acima ( adduser ), é muito mais fácil de utilizar, se você conhece as configurações padrões, antes de adicionar um usuário. Estas configurações estão localizadas em /etc/usermgmt.conf e podem ser vistas com o comando:</p>
<p><strong>$ user add -D<br />
group           users<br />
base_dir        /home<br />
skel_dir        /etc/skel<br />
shell           /bin/csh<br />
inactive        0<br />
expire          Null (unset)<br />
range           1000..60000</strong></p>
<p>As configurações acimas serão aplicadas, ao menos que você especifique as opções na linha de comando. Por exemplo, em nosso caso, queremos que o usuário comece no grupo guest, e não no user. Complicando um pouco mais, quando adicionarmos o usuário,  queremos que a senha seja especificada na linha de comando. Isto é, a senha deve ser  criptografada, para isso você deve primeiro usar o utilitário <strong>encrypt</strong> para criar a senha. Por exemplo: As senhas do OpenBSD por padrão utilizam o Blowfish um algorítimo com 6 saltos. Aqui é um exemplo para criar uma senha criptografada para ser especificada no useradd.</p>
<p><strong>$ encrypt -p -b 6<br />
Enter string:<br />
$2a$06$YOdOZM3.4m6MObBXjeZtBOWArqC2.uRJZXUkOghbieIvSWXVJRzlq</strong></p>
<p>Agora que temos a senha criptografada, estamos prontos para adicionar o usuário.</p>
<p><strong># user add -p &#8216;$2a$06$YOdOZM3.4m6MObBXjeZtBOWArqC2.uRJZXUkOghbieIvSWXVJRzlq&#8217; -u 1002 \<br />
-s /bin/ksh -c &#8220;Test FAQ User&#8221; -m -g guest testuser</strong></p>
<p>Nota: Certifique-se de utilizar  aspas simples (&#8216; &#8217;)    na senha criptografada. Além de que, certifique-se também de especificar a opção -m, se quiser que seja criado o diretório HOME a partir da cópia do diretório /etc/skel.</p>
<p>Para ver se o usuário foi criado corretamente, podemos usar vários utilitários diferentes. Abaixo são alguns comando que podem ser usados para checar rapidamente se tudo foi criado corretamente.</p>
<p><strong>$ ls -la /home<br />
total 14<br />
drwxr-xr-x   5 root      wheel   512 May 12 14:29 .<br />
drwxr-xr-x  15 root      wheel   512 Apr 25 20:52 ..<br />
drwxr-xr-x  24 ericj     wheel  2560 May 12 13:38 ericj<br />
drwxr-xr-x   2 testuser  guest   512 May 12 14:28 testuser<br />
$ id testuser<br />
uid=1002(testuser) gid=31(guest) groups=31(guest)<br />
$ finger testuser<br />
Login: testuser                         Name: Test FAQ User<br />
Directory: /home/testuser               Shell: /bin/ksh<br />
Last login Sat Apr 22 16:05 (EDT) on ttyC2<br />
No Mail.<br />
No Plan.</strong></p>
<p>Além desses comandos, <strong>user</strong> prevê seu próprio utilitário para mostrar caracteristicas de usuários, esse comando é o <strong>userinfo</strong>.</p>
<p><strong>$ userinfo testuser<br />
login   testuser<br />
passwd  *<br />
uid     1002<br />
groups  guest<br />
change  Wed Dec 31 19:00:00 1969<br />
class<br />
gecos   Test FAQ User<br />
dir     /home/testuser<br />
shell   /bin/ksh<br />
expire  Wed Dec 31 19:00:00 1969</strong></p>
<p><strong>Removendo usuários:</strong></p>
<p>Para remover usuários com o comando user*, você usará o  userdel. Ele é muito simples. Para remover um usuário criado no ultimo exemplo, simplesmente utilize:</p>
<p><strong># userdel -r testuser</strong></p>
<p>Aviso: Com a opção <strong>-r</strong>, você especifica de deseja remover o diretório HOME do usuário. Alternativamente, você pode especificar <strong>-p</strong> e não -r, isso bloqueará a conta do usuário, mas não removerá qualquer informação.</p>
<p>André Facina</p>
<p>* Tradução parcial da documentação oficial do OpenBSD</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/facina.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/facina.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/facina.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/facina.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/facina.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/facina.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/facina.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/facina.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/facina.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/facina.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=14&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Montando imagens ISO no OpenBSD</title>
		<link>http://facina.wordpress.com/2008/06/29/montando-imagens-iso-no-openbsd/</link>
		<comments>http://facina.wordpress.com/2008/06/29/montando-imagens-iso-no-openbsd/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 14:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>facina</dc:creator>
				<category><![CDATA[OpenBSD]]></category>

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		<description><![CDATA[Para montar uma imagem de disco ( Imagens ISO, imagens criadas com o dd, etc ) no OpenBSD você deve configurar um dispositivo vnd. Por exemplo, se você tem uma imagem ISO localizada em /tmp/iso.image, você iria seguir as seguintes etapas para montá-la. # vnconfig svnd0 /tmp/ISO.image # mount -t cd9660 /dev/svnd0c /mnt Observe que, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=12&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para montar uma imagem de disco ( Imagens ISO, imagens criadas com o dd, etc ) no OpenBSD você deve configurar um dispositivo <strong>vnd</strong>.</p>
<p>Por exemplo, se você tem uma imagem ISO localizada em /tmp/iso.image, você iria seguir as seguintes etapas para montá-la.</p>
<p><strong># vnconfig svnd0 /tmp/ISO.image<br />
# mount -t cd9660 /dev/svnd0c /mnt</strong></p>
<p>Observe que, essa é uma imagem ISO-9660, usadas por CDs e DVDs, você deve especificar o tipo de &#8220;<strong>cd9660&#8243;</strong> quando montar esse tipo de imagem.    Sempre deve ser especificado  um tipo, não importando qual  for o tipo do filesystem. Por exemplo, vocÊ deve usar o tipo <strong>ext2fs</strong> quando montar imagens de disco Linux.</p>
<p>Para desmontar a imagem você deve seguir os seguintes comandos:<br />
<strong># umount /mnt<br />
# vnconfig -u svnd0</strong></p>
<p>André Facina</p>
<p>*Tradução parcial da documentação oficial do OpenBSD ( www.openbsd.org )</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/facina.wordpress.com/12/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/facina.wordpress.com/12/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/facina.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/facina.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/facina.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/facina.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/facina.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/facina.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/facina.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/facina.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=12&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Netbug</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Gravando CDs no OpenBSD</title>
		<link>http://facina.wordpress.com/2008/06/27/gravando-cds-no-openbsd-2/</link>
		<comments>http://facina.wordpress.com/2008/06/27/gravando-cds-no-openbsd-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 22:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>facina</dc:creator>
				<category><![CDATA[OpenBSD]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://facina.wordpress.com/?p=11</guid>
		<description><![CDATA[Primeiramente você deve certificar-se que o gravador de CD/DVD foi reconhecido e configurado pelo kernel. A maioria dos dispositivos SCSI são suportados. Os dispositivos IDE/ATAPI e USB são suportados através da emulação SCSI. Você encontrará rapidamente seu aparelho com a saída do dmesg. Basta olhar as linhas que começam com &#8220;cd&#8221;, como no exemplo. cd0 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=11&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="yk1d" style="text-align:left;font-family:Arial;">
<div id="yk1d0" style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;">Primeiramente você deve certificar-se que o gravador de CD/DVD foi reconhecido e configurado pelo kernel. A maioria dos dispositivos SCSI são suportados. Os dispositivos IDE/ATAPI e USB são suportados através da emulação SCSI. Você encontrará rapidamente seu aparelho com a saída do dmesg. Basta olhar as linhas que começam com &#8220;cd&#8221;, como no exemplo.</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> cd0 at scsibus0 targ 0 lun 0: &lt;TOSHIBA, CD-ROM XM-5702B, 2826&gt; SCSI0 5/cdrom removable cd1 at scsibus1 targ 4 lun 0: &lt;PLEXTOR, CD-R PX-R412C, 1.04&gt; SCSI2 5/cdrom removable</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> O cdrecord -scanbus não funciona!<br /> O OpenBSD usa nomes diferentes para o qual o utilitário cdrecord foi escrito.<br /> Todos os dispositivos configurados devem ter a saída no dmesg. Como mencionado no exemplo acima.<br />Por padrão, o instalador do OpenBSD cria apenas dois dispositivos de CD, cd0 e cd1. Para começar a usar o dispositivo cd2, você deve criar o dispositivo necessário para ele. A forma correta para fazer isso é usando o MAKEDEV.<br /> # cd /dev<br /> # ./MAKEDEV cd2</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> Checando o funcionamento do gravador de CD/DVD</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> Recomenda-se verificar se o seu gravador de CD/DVD está funcionando corretamente.<br /> Neste exemplo, estou usando um gravador de DVD USB 2.0:</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> cd2 at scsibus2 targ 1 lun 0: &lt;LITE-ON, DVDRW LDW-851S, GS0C&gt; SCSI0 5/cdrom removable</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> Tente usar um um dispositivos existente de CD/DVD. Se desejar, você pode além disso checar a taxa de transferência quando copia arquivos para o seu disco rígido. O comando time será um bom assistente. Se algo der errado e você obter erros durante essa fase, é sensato corrigir o problema e não gravar CD/DVD até o mesmo estaja corrigido.</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> Gravando CD-ROM<br /> Creating data CD-ROMs<br /> Primeiramente, você deve criar um sistema de arquivos ISO9660, para gravar no CD. Para isso você pode usar o utilitário básico do sistema mkhybrid, ou o cdrecord, um utilitário que vem junto com o pacote cdrtools, ele faz um trabalho melhor com arquivos grandes. Nos exemplos a seguir, vamos usar mkhybrid, embora o uso do mkisofs seja muito semelhante.<br /> Como um exemplo de utilização, digamos que eu queira guardar o fonte do kernel do OpenBSD em uma imagem ISO 9660<br /> $ mkhybrid -R -o sys.iso /usr/src/sys</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> Using ALTQ_RMC.000;1 for /usr/src/sys/altq/altq_rmclass_debug.h (altq_rmclass.h)<br /> &#8230;<br /> Using IEEE8021.00H;1 for /usr/src/sys/net80211/ieee80211_amrr.c (ieee80211.c)<br /> 10.89% done, estimate finish Sat Nov 3 08:01:23 2007<br /> 21.78% done, estimate finish Sat Nov 3 08:01:28 2007<br /> &#8230;<br /> 87.12% done, estimate finish Sat Nov 3 08:01:31 2007<br /> 98.01% done, estimate finish Sat Nov 3 08:01:32 2007<br /> Total translation table size: 0<br /> Total rockridge attributes bytes: 896209<br /> Total directory bytes: 2586624<br /> Path table size(bytes): 11886<br /> Max brk space used 0<br /> 45919 extents written (89 Mb)</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> A opção -R do mkhybrid cria extensões Rock Ridge em uma imagem ISO9660.O Rock Ridge Interchange Protocol criará o suporte para o sistema de arquivos POSIX  para a imagem ISO 9660, tal como nome longos, dono de arquivos,permissões, link simbólicos, hierarquia de diretórios longa ( mais de 8 níveis de diretório),etc.<br /> Se você quiser incluir arquivos com nomes longos em seu CD-ROM para ser lido nos sistemas Windows ou Dos, você deve adicionar a opção -J para incluir a extensão Joliet na imagem ISO.<br /> Depois de criar o sistema de arquivos, você pode verificá-lo montado a imagem ISO. <br /> Se estiver tudo correto, está pronto para gravar o CD-R (W). A Maneira mais fácil é com o utilitário cdio.<br /> Se você estiver usando uma mídia regravável, você terá que limpá-la antes de gravar.<br /> # cdio -f cd1c blank<br /> Agora você está pronto para gravar a imagem criada no exemplo acima para um CD-R (W).<br /> Você pode usar um comando similar a esse:<br /> # cdio -f cd1c tao sys.iso<br /> Com as opções especificadas acima, estamos pedindo para o cdio usar o segundo dispositivo de CD-ROM como gravador de CD.<br /> Para verificar se o CD-ROM foi gravado corretamente, você pode montá-lo e checar se está tudo lá. Para montar o sistema de arquivos, você deve utilizar o dispositivo para a unidade de CD-ROM, que neste caso é ainda o gravador.<br /> # mount /dev/cd1c /mnt/cdrom</span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;"><br /> Creating audio CDs<br /> Para gravar CDs de audio, você pode novamente usar o cdio com a opção tao -a.Com um exemplo, eu vou fazer uma cópia de um dos meus Cds de músicas. Para isso segue dois passos:<br /> 1 – Ripar as faixas de música a partir do CD original. Por exemplo:<br /> # cdio -f cd1c cdrip<br /> Esse comando extrairá uma série de arquivos WAV do seu segundo drive de CD-ROM para o disco.<br /> 2 &#8211; Gravar as faixas de audio para um novo CD . Por exemplo:<br /> # cdio -f cd1c tao -a *.wav</p>
<p> André Facina</p>
<p> *Tradução parcial da documentação Oficial do OpenBSD<br /> </span></div>
<p><span style="font-size:xx-small;"><br /> </span></div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/facina.wordpress.com/11/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/facina.wordpress.com/11/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/facina.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/facina.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/facina.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/facina.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/facina.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/facina.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/facina.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/facina.wordpress.com/11/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=11&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Compilando remotamente o kernel do Linux</title>
		<link>http://facina.wordpress.com/2008/06/08/8/</link>
		<comments>http://facina.wordpress.com/2008/06/08/8/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 18:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>facina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes é preciso compilar o kernel do Linux, mas nem todas as vezes teremos acesso físico a máquina, e o trabalho deverá ser feito remotamente. Por ser um trabalho remoto, corre-se o risco da máquina na hora de bootar com o novo kernel aparecer a mesangem Kernel Panic e com isso ficar congelada até [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=8&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes é preciso compilar o kernel do Linux, mas nem todas as vezes teremos acesso físico a máquina, e o trabalho deverá ser feito remotamente. Por ser um trabalho remoto, corre-se o risco da máquina na hora de bootar com o novo kernel aparecer a mesangem Kernel Panic e com isso ficar congelada até ser reiniciada na mão.</p>
<p>Para esses problemas é possível configurar o lilo para bootar somente uma vez o kernel, e se o mesmo apresentar o temível kernel panic o lilo irá reiniciar o computador em &#8220;n&#8221; segundos e tudo voltará ao normal =)</p>
<p>Para isso segue o roteiro de configuração abaixo:</p>
<ul>
<li>Editar o lilo.conf com as seguintes entradas:
<pre>image=/boot/vmlinuz.novo
  label=novo_linux
  append="panic=3 novo_linux"
  read-only
  optional</pre>
</li>
</ul>
<blockquote><p>Devem existir também as entradas <strong>default</strong>, apontando para o kernel atual, assim como suas declarações (<strong>label</strong>,<strong>image</strong>,ect.)</p></blockquote>
<ul>
<li><em>lilo -v </em></li>
</ul>
<blockquote>
<blockquote><p>para atualizar as entradas no MBR</p></blockquote>
</blockquote>
<ul>
<li><em>lilo -v -R linux_new</em></li>
</ul>
<blockquote>
<blockquote><p>após rebootar, a máquina utilizará apenas naquela inicialização o novo kernel</p></blockquote>
</blockquote>
<ul>
<li><strong>shutdown -r now</strong></li>
</ul>
<p>Se acontecer um <strong>kernel panic</strong>, a máquina rebootará em <strong>3 segundos</strong> e entrará no kernel apontado pela diretiva <strong>default</strong>, descrita no <span class="underline">lilo.conf</span></p>
<p>Pronto <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>André Facina</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/facina.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/facina.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/facina.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/facina.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/facina.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/facina.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/facina.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/facina.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/facina.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/facina.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=8&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Replicando a base do LDAP com o slurp</title>
		<link>http://facina.wordpress.com/2008/06/08/replicando-a-base-do-ldap-com-o-slurp/</link>
		<comments>http://facina.wordpress.com/2008/06/08/replicando-a-base-do-ldap-com-o-slurp/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 14:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>facina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://facina.wordpress.com/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente, uma empresa em que presto serviços estava precisando de um servidor LDAP com redundância, pois, como se tratava de um serviço crítico, qualquer problema com o servidor, ninguém mais conseguiria fazer o login nas estações =) Pois, bem, seguindo os passos explicados abaixo criei um segundo servidor LDAP ( slave ), para que, com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=facina.wordpress.com&amp;blog=3445371&amp;post=7&amp;subd=facina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, uma empresa em que presto serviços estava precisando de um servidor LDAP com redundância, pois, como se tratava de um serviço crítico, qualquer problema com o servidor, ninguém mais conseguiria fazer o login nas estações =)</p>
<p>Pois, bem, seguindo os passos explicados abaixo criei um segundo servidor LDAP ( slave ), para que, com um eventual problema no servidor master, o slave assumiria a posição de master automaticamente =)</p>
<p>Então, primeiramente deve-se instalar o openldap tanto no servidor master, quanto no servidor slave (o  <a href="http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=10532#">arquivo</a> de configuração <em>slapd.conf</em> deve ser o mesmo para os dois), exceto por algumas diretivas (veja passo 2).</p>
<p>Configurações:</p>
<p>1. Servidor master: após a criação da entrada admin na base, deve-se adicionar as seguintes diretivas no  <a href="http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=10532#">arquivo</a> de configuração /etc/ldap/slapd.conf (atenção à indentação! Se estiver errada, a diretiva falhará):</p>
<div class="codigo">replica uri=ldap://192.168.1.2:389<br />
binddn=&#8221;cn=admin,dc=facina,dc=com,dc=br&#8221;<br />
bindmethod=simple<br />
credentials=senha_da_conta_admin</p>
<p>replogfile  /var/lib/ldap/replog.ldif</p></div>
<p>A primeira linha especifica o servidor slave, com a porta padrão utilizada pelo LDAP. A segunda linha define a conta administrativa do LDAP, nesse caso a conta administrativa é admin, do domínio facina.com.br.</p>
<p>O método &#8220;bindmethod=&#8221; quando especificada como &#8220;simple&#8221; orienta o slurp para autenticar com a senha definida em &#8220;credentials&#8221;. A última linha define o arquivo de log. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>2. Servidor slave: adicionar as seguintes diretivas no arquivo de configuração /etc/ldap/slapd.conf (a diretiva updatedn deve coincidir com a utilizada na configuração do master)</p>
<div class="codigo">access to *<br />
by dn=&#8221;cn=admin,dc=facina,dc=com,dc=br&#8221; write</p>
<p>updatedn &#8220;cn=admin,dc=facina,dc=com,dc=br&#8221;<br />
updateref ldap://192.168.1.1</p></div>
<p>3. Agora deve-se fazer um backup ou tirar um snapshot da base master:</p>
<p><strong># slapcat &gt; base.ldif</strong></p>
<p>4. No servidor slave, basta fazer a cópia da base:</p>
<p><strong># ldapadd -x -D &#8220;cn=admin,dc=facina,dc=com,dc=br&#8221; -f base.ldif</strong></p>
<p>ou</p>
<p><strong># slapadd -l base.ldif</strong></p>
<p>(Antes, pare o serviço do ldap: <strong>/etc/init.d/slapd stop</strong>)</p>
<p>5. Iniciar os serviços slapd e slurpd no servidor master e slapd no servidor slave, para Debian (veja /etc/default/slapd):</p>
<p><strong># /etc/init.d/slapd start</strong></p>
<p>6. Pronto! Agora é só fazer os testes e verificar se a réplica está funcionando. Muitos serviços como o SAMBA e autenticação PAM, permitem a utilização de 2 ou mais servidores LDAP.</p>
<p>O samba permite a utilização de múltiplos servidores LDAP, basta adicionar uma diretiva como essa:</p>
<p>passdb backend = ldapsam:&#8221;ldap://192.168.1.1/ ldap://192.168.1.2/&#8221;</p>
<p>Assim se o servidor LDAP master cair o samba irá buscar as  <a href="http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=10532#">informações</a> no servidor slave, sendo um processo totalmente transparente para o usuário.</p>
<p>Pronto <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>André Facina</p>
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